Os textos deste Blog foram extraídos dos livros de Horácio Netho: "COMANDO ESTRELINHA, Temas Transcendentais"

"VIA CORAÇÃO, Caminhos da Transformação" - "SUTRAS, Uma Vida Melhor" - "VIA TERRA, Caminhos da Luz"


terça-feira, 30 de maio de 2017

AUTOCONHECIMENTO: Numerologia e Sonhos




“Como poderia um ser humano querer compreender sobre os mistérios da vida e das estrelas, se ele não compreende nem a si mesmo? Como poderia uma alma humana falar de espiritualidade, se ela não tem sequer uma experiência direta e consciente com o Senhor? Como poderia alguém querer conhecer algo com mais profundidade, se ele ainda nem sequer investiu seriamente em sua própria experiência interna? Somente a imaturidade e a arrogância de um ser humano é que faz ele afirmar verdades limitadamente externas, sem que antes conheça a si próprio por dentro... Somos todos peças nas mãos do Senhor. A Fonte em sua extrema sabedoria ‘inseriu’ parte de seus propósitos em nossos próprios destinos existenciais. São muitas as regências e energias que vêm dos sistemas de vidas e penetram as nossas auras e consciências. Como espelhos cósmicos que todos somos, refletimos as próprias necessidades evolutivas de cada universo, de cada galáxia, de cada estrela, de cada sol, de cada planeta, de cada reino que entra em contato e se revela em nós. Somos o que não sabemos e, mesmo assim, há aqueles que acreditam que sabem quem os são. Não conseguimos encontrar nenhum sábio verdadeiro que não se sinta um ignorante sobre si próprio. Pois as experiências que descem dos planos mais sutis da existência, através de dimensões cada vez mais elevadas, vão destituindo a natureza da experiência humana sobre a Terra. Ao mesmo tempo em que estas experiências místicas estremecem as certezas da vida, oferecem um aporte de luz superior que ascendem a consciência para um outro nível. Ao final, ninguém sabe ao certo o que resta de nós. E todos aqueles que tentaram trazer às palavras as experiências que vivenciaram por dentro, nestas elevadas dimensões celestiais, confirmaram a limitação inerente das palavras para transmitir a real natureza da aventura mágica da Fonte em suas consciências. De outra forma, confirmaram que o silêncio e a humildade são pré-requisitos fundamentais para a Senda Transcendental do Autoconhecimento.”    (Do livro “COMANDO ESTRELINHA, Temas Transcendentais”, págs 23 e 24)






“Não somos um corpo que conduz um espírito. Somos um espírito imaterial que faz uso de vários corpos de consciência para o seu aprendizado na Terra. Quando entendemos isto e entregamos o nosso corpo físico para os desígnios da essência espiritual, a vida se torna leve e missionária. Mais à frente, descobriremos também que não nos limitamos a apenas ser um espírito. Somos muito mais que tudo isto que os conhecimentos terrenos nos dispõem até agora [...] O ser humano traz em si um enumerado grau de elementos que regem a sua constituição e a sua programação para a vida terrena. O EU superior de um ser humano pode liberar e ofertar informações importantes para o seu autoconhecimento, em sua passagem pela vida inferior sobre a Terra. Regências astrológicas, regências numerológicas, resgates cármicos, Odu de Orixás, portais cabalísticos acessados, polaridade dominante (Ying ou Yang), nível iniciático, alcance dimensional, energia dominante da aura, Linhagem Hierárquica, origem cósmica e os Raios regentes da mente, da alma e da mônada são algumas das informações que auxiliam o ser humano a se posicionar diante de si e da vida planetária e cósmica [...] O sábio vive em atenção, buscando perceber-se, compreender os outros e a si próprio constantemente. Sabe que há um eixo central que lhe equilibra interna e externamente. Busca-o para a sua consciência. O tolo preconiza a vida dos outros e valoriza por demais o mundo externo, identificando-se com a vulgaridade e futilidade da vida comum. Prefere a superficialidade da vida mundana [...] Há pessoas que destinam uma pequena parte das suas riquezas materiais para confortarem os seus egos ajudando os menos favorecidos. Afirmam para si, em surdina, o quanto são boas, altruístas e desapegadas, sem perceberem os vínculos que ainda mantêm com a matéria e com estas próprias ideias. Usam este ‘pseudoálibi’ para fugirem do que realmente importa e adiarem o seu compromisso com a total entrega. Evitam o autoconhecimento. São covardes de si mesmos que se ludibriam com os poderes inferiores da matéria. Não têm o menor conhecimento ou experiência espiritual direta. Não conhecem os mundos das energias sutis, apesar de se intitularem espiritualizadas. São prisioneiros de Samsara, confirmando as suas ignorâncias [...] Ao praticar a verdadeira contemplação, o ser se desnatura e transcende todos os conceitos pré-estabelecidos pela sua mente. Desta forma, acaba se expandindo, conhecendo e encontrando a si próprio interconectado num mergulho profundo na essência do todo [...] Para se conhecer um ser por inteiro é necessário reconhecer todo o bem e todo o mal que há nele para, em seguida, ir-se além do julgamento e aceitar o Deus neutro que há nele indistintamente [...] Decidiu saber quem o é? Resolveu-se pelo autoconhecimento? Prepare-se para o inusitado. Desfaça-se de qualquer imagem ou noção que tenha a respeito de si próprio, dos outros e da vida, necessariamente. Não gere expectativas e se entregue ao seu Deus. Fique atento com fé e humildade. Aguarde, que o seu Deus providenciará, inevitavelmente.” (Do livro “VIA TERRA, caminhos da luz”, Horácio Netho)







“O autoconhecimento é uma referência transitória que persiste para a consciência humana, enquanto esta vivencia as suas realidades perceben­do-se em separado para com a rede que sustém a unidade cósmica. Quan­do a consciência humana atinge um determinado estágio de maturidade e evolução finda-se o processo de autoconhecimento como referência. As re­alidades internas e externas se apresentam interconectadas. Daí, o processo transforma-se, natural e automaticamente, em TODO CONHECIMEN­TO. É que a própria consciência humana passa a não se identificar mais com os seus limites corpóreos comuns, pertinentes a este reino. Percebe-se estendida, atraída e integrada a um corpo maior. Desta forma, a unidade cósmica conspira favoravelmente para a expansão deste evento interno, oferecendo apoio externo e elementos que sutilizam a consciência huma­na, dando suporte para os acessos às dimensões mais altas e confirmações destas realidades.”  (Do livro “VIA CORAÇÃO, caminhos da transformação”, pág 145)







“Inicialmente, o homem se identifica com a matéria, o mundo das formas. Procura ter posses, conquistar e ter controle. Não se realiza completamente e se prende ao sofrimento. Há um chamado àqueles que buscam. Daí, o homem parte para o encontro consigo, o seu mistério. Aprofundam-se o autoconhecimento e o autocontrole. A realização começa a acontecer a partir do próprio homem, nas suas verdades ocultas [...] Isto que denominamos de corpo físico é uma representação simbólica redimensionada da expressão abstrata superior do ser humano. O ser humano é essencialmente abstração movendo-se além da ilusão do mundo das formas [...] Cada ser humano, enquanto indivíduo, não pode ser quem não o é. Da mesma forma, cada ser humano não deve fugir da sua essência e deixar de ser quem ele verdadeiramente é. Apesar de alguns seres humanos se esforçarem para sustentar máscaras criadas ignorantemente para representar quem não são, em resposta ao seu habitat social, ao apelo e manipulação da vida comum, há sempre um momento em que a natureza do ser vem à tona. A farsa se desvela e a verdade se impõe. O compromisso maior do ser humano deveria ser sempre com a sua verdade superior mais íntima [...] É necessário manter constantemente o ego sob observação. Da mesma forma, é importante saber nutri-lo adequadamente em toda a sua constituição, seja física, emocional ou mental. O ego é capaz de causar surpresas desconfortáveis aos mais desavisados, como também desfrutar de êxtases profundos advindos do divino [...] O ser humano poderia fazer um profundo trabalho de autoconhecimento, simplesmente, através das mandalas de cores que brotam intermitentemente de dentro de si. Da mesma forma, poderia trazer à sua consciência as principais cores que formatam o seu ser, pois ele é também uma decodificação dos tons do espectro solar [...] O olhar expressa grande parte do mistério humano. Aquele que sabe interpretar os olhos e os seus mecanismos de comunicação conhece bastante sobre o ser humano [...] Você está onde e como? Porque e para quê? Não sabe!? Se não, és um ignorante que precisa aprofundar-se em seu autoconhecimento e em sua atenção [...] As ações manifestadas por um ser humano conduzidas exclusivamente pelo seu ego apresentam um determinado ritmo dentro das relações espaços-temporais. Iluminado pela alma, este mesmo ser apresenta uma outra relação espaço-temporal no ritmo das suas manifestações externas, mais ordenada e harmônica. Da mesma forma, ao elevar a sua consciência ao plano divino, este mesmo ser refinará ainda mais a sua coordenação de ações e o seu ritmo será mais sincrônico e harmônico para a vida universal. Há situações em que se pode perceber claramente estas relações. A forma como um ser humano organiza e posiciona as suas palavras nos pensamentos e nas falas, a forma como ele organiza o seu lar e o seu aposento de descanso, assim como a forma como ele conduz e coordena o seu corpo físico em atividades gerais são parâmetros simbólicos que muito indicam sobre a qualidade da consciência deste ser.” (Do livro “VIA TERRA, caminhos da luz”, Horácio Netho)







“Diversas são as linguagens que a Fonte usufrui para se comunicar ou cumprir os seus propósitos no holismo da vida. Os sonhos, por exemplo, fazem parte de uma destas linguagens superiores pelas quais a Fonte se comunica com a consciência humana para a Terra. Como um recurso refinado e sutil, esta linguagem ainda é bem pouco valorizada por grande parte da humanidade que vive as suas experiências neste nosso planeta. Especialmente os seres humanos que ainda estão retidos nas experiências inferiores de seus egos, não possuem nenhuma empatia com as realidades que sustentam a linguagem superior dos sonhos. Porém, através dos sonhos a alma humana se aperfeiçoa, evolui e vai compreendendo a vida abstrata dos planos mais sutis da Terra em sua consciência. Somente com a natureza da alma em desenvolvimento é que um ser humano terrestre começa a se interessar disciplinadamente pelos mistérios do ‘Mundo Onírico’. Quando este interesse se mostra real e a consciência humana já apresenta uma considerável capacidade para a abstração, é que as dimensões mais sutis das realidades dos sonhos podem começar a fazer sentido para a vida. Em verdade, é através da “Rede de Sonhos” que a consciência sutil coletiva que une toda a humanidade da Terra interliga os seus integrantes no jogo simbólico que é a própria vida neste planeta. Analogamente, a “Rede de Sonhos” funciona de uma forma tão real como uma rede de wi-fi (wireless) de computadores interconectados. Usufruindo do acervo pessoal de cada um de seus integrantes humanos, na Terra, a consciência da Fonte redimensiona as suas instruções e sinais que podem ser captados de uma forma não linear e lógica para a consciência daqueles que já estão mais despertos para estas realidades. Em um nível elevado de compreensão sobre a “Rede de Sonhos”, um ser humano divino pode até chegar a usufruir dela como um meio de comunicação útil para emitir as suas próprias mensagens, exemplo testemunhado pelas experiências relatadas de Avatares como Babaji e Sathya Sai Baba, na índia. Este nível de comunicação e aprendizado está plenamente disponível às almas humanas mais sutis, que estão ajustando as suas sintonias para uma transmissão telepática superior. Não há como adentrar a vida superior de nossas próprias consciências sem desenvolvermos uma relação sábia e amorosa com esta “Rede de Sonhos”, na qual todos nós estamos envolvidos. É na atenção sutil das várias dimensões das realidades da vida que vamos nos aproximando mais de nós mesmos, e vamos percebendo que os sonhos são caminhos para um encontro mais real com as nossas maiores verdades.”   (Do livro “COMANDOESTRELINHA, Temas Transcendentais”, págs 69 e 70)



SONHOS e SINCRONICIDADES,
DESPERTAR dos FILHOS das ESTRELAS
(M.C. PEREDA - PROGRAMA DESPERTOS)







“Cento e quarenta e quatro mil (144.000) parece nos apresentar um número cabalístico apocalíptico, que coliga uma consciência de unidade grupal para a humanidade terrena. Tendo consciência plena de parte de minha missão voluntária para este planeta, coliguei-me a uma missão cósmica em comunhão com a consciência logóica da Terra (Sanat Kumara, na época), atualmente, decodificada como Kuthullim. Esta missão específica atravessou éons, no atual tempo-espaço terreno, passando por Lemúria e Atlântida, e encontra-se hoje com várias bases de ações em diferentes planos de vibração, desde os etéricos mais sutis até o físico mais denso do planeta. Uma das bases físicas desta missão, que atua hoje com a denominação de Cavaleiros de Ouro e Discípulos de Cris­tal, encontra-se sediada na cidade de Campos do Jordão, em São Paulo, sob os auspícios e liderança de Joanita Molina (www.adonai-iam.com.br). Não por um acaso, esta missão de caráter cósmico, foi projetada pelo Logus da Terra, selecionando 144.000 seres em diversos pontos do Cosmos, preparando-os sob a orientação da Ordem de Melquisedeque e de Metatrom. Como toda ação verdadeiramente cósmica evolutiva possui um caráter de alcance grupal e coletivo, nos parece crer que este nú­mero apocalíptico (144.000) nos arremete a uma ação oculta e simbóli­ca que une e interliga consciências missionárias para um mesmo fim. Temos aí, então, mais um mistério para que possamos nos divertir com as brincadeiras de Deus. O número '144' nos parece trazer uma chave ainda não desvelada diretamente ligada ao sistema duodecimal que predomina sobre deter­minadas realidades deste sistema solar. Vejamos que são doze os Traba­lhos de Hércules, a fim da autorrealização humana terrena, e que a cada encarnação um ser humano tem as doze energias zodiacais distribuídas pelas suas experiências nos mundos da matéria planetária. Doze foram os apóstolos do Cristo e doze são os meses que limitam os espaços-tem­pos dos anos, ainda utilizados como referências para a Terra. Lembremos que grandes iniciados como Pitágoras e Platão valo­rizavam por demais o estudo dos números, pois sabiam que ‘Deus’ os utilizava, dentro da sua linguagem simbólica mais elevada, interligan­do os propósitos de realidades afins. Da mesma forma, Isaac Newton, Leonardo da Vinci e Einstein, considerados grandes gênios da atual humanidade vivenciaram as suas vidas, diariamente, ao lado dos nú­meros. Isaac Newton chegou a fazer uma longa investigação pessoal sobre um possível código numérico existente na Bíblia Sagrada original. Renomadas Universidades da Terra testaram e aprovaram este código matemático descoberto, através do advento recente dos programas de computação.”   (Do livro “VIA CORAÇÃO, caminhos da transformação”, págs 113 e 114)







“O número 33 simboliza a energia do coração, quando aos 33 anos de idade o ser humano adentra as experiências que necessitam ser experimentadas através do centro cardíaco, que perdura até os 44 anos dentro do tempo linear da Terra. Na ascensão da consciência humana redimensionada para o corpo físico, 33 também são os degraus que devem ser galgados energeticamente, passo a passo, estando manifestados simbolicamente na estrutura da coluna vertebral central do sistema esquelético humano. Reconhecido como símbolo do número ‘Mestre Maior’, o 33 é a representação da união da vida terrena com a cósmica, através da integração da energia corrente livre na medula nervosa de um ser humano por dentro da sua coluna vertebral, interligando o sistema nervoso sutil entre as energias elevadas que descem pelo topo de sua cabeça com as mais densas que se integram na matriz do planeta, unindo-as numa só corrente de consciência.”  (Do livro “COMANDO ESTRELINHA, Temas Transcendentais”, pág 279)








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